Complica-se, cada vez mais, a situação dos executores da juíza Patrícia Accioli. Alguns depoimentos foram fundamentais para definir a autoria do crime e desmascarar os mandantes, infelizmente todos ligados ao crime organizado do Rio de Janeiro.
Surgiram novos nomes nas listas de futuros mortos e, em todas elas, a motivação é clara: são membros do Poder Judiciário que não se cansam de combater o crime, sob qualquer forma que se apresente.
De uma coisa estamos certos: o crime que vitimou a magistrada não pode ficar impune, para o próprio bem da sociedade como um todo.
Consta que agentes da lei nos Estados Unidos têm a bandeira do país gravada na manga da camisa. Isto lembra que qualquer ação criminosa contra ele atinge todo o país. Para tais crimes a única pena prevista é a de morte.
O endurecimento da lei aqui no Brasil precisa ser tomado a fim de inibir a ação de grupos de extermínio. É bom ver que tais grupos já não têm sentimento e não têm padrões.
A sociedade precisa se unir em torno do Judiciário, se almejarmos algum futuro em nossa nação.
Que os assassinos de Patrícia Accioli sejam punidos exemplarmente. Sem a devida punição, seremos um barco sem rumo.


