Com todos os esclarecimentos dos órgãos de comunicação e toda a campanha implementada pelo Ministério da Saúde, os dados disponibilizados pelos órgãos de saúde revelam que a AIDS ainda mata 12 mil pessoas por ano no Brasil.
Embora o Brasil esteja entre os países que levam mais a sério esse tipo de doença silenciosa, segundo o Ministério da Saúde, é preocupante o crescimento do contágio entre jovens, principalmente entre os homossexuais, com idade entre os 15 e 24 anos. Dados de um Boletim Epidemiológico AIDS/DST, mostram uma leve queda na região Sudeste, mas uma concentração um pouco mais alta nas outras regiões.
O que vem acontecendo, segundo os profissionais que se dedicam à doença, é que, com os resultados positivos por conta de uma combinação da política que flexibiliza o acesso aos coquetéis e as políticas de disseminação de medidas preventivas através dos órgãos de comunicação, embora haja a estabilização em algumas regiões, em outras como o Norte e Nordeste, com a percepção da melhoria no tratamento e a possibilidade de uma sobrevida através dos medicamentos disponíveis, está havendo, paradoxalmente, um relaxamento quanto à prevenção.
Portanto, são muitos os desafios, não só do poder público, mas também da sociedade, para conscientizar, principalmente os jovens, que o combate a essa terrível doença não está nos medicamentos hoje disponibilizados, mas na prevenção.


