Os rumos tomados pelo chamado ‘mensalão do DEM’ mostram como é frágil e permeável a democracia brasileira que, bravamente, tem resistido a impensáveis episódios de corrupção, sob os olhares atentos da população que, a bem da verdade, nem acredita que possa haver tantos políticos desonestos como os que frequentam as páginas policiais do Distrito Federal.
Seria cômico se não fosse trágico o tratamento que, por exemplo, nosso Presidente Lula deu ao caso! Sua primeira opinião foi a de que ‘as imagens não dizem nada’, quando perguntaram a ele o que achava das gravações feitas de políticos colocando propinas dentro de meias, cuecas, bolsos e bolsas...
Depois, passou ele a fugir de encontros com envolvidos, como o diabo, antigamente, fugia da cruz!
E falamos ‘fugia’ porque segundo alguns teólogos, Deus é tão bom que no fim, vai acabar perdoando o ‘Encardido’...
Mas, de tudo isso, aqui fica nossa pergunta: E naqueles casos em que não houve gravações para provar a corrupção, como é que as coisas funcionam?
Se você souber, avise-nos...


