A Notícia

Sábado
19 de maio de 2012

Projeto leva educação ambiental às escolas

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Apesar da disponibilidade de profissionais voluntários, poucas instituições fizeram a solicitação

Por Magno Lopes

Para colaborar na educação ambiental das crianças, as escolas municipais já contam, desde o início do ano letivo, com o projeto “Jogue o lixo no lixo”, desenvolvido pelo Departamento Municipal de Saneamento Urbano (Demsur). Apesar de ter sido iniciado nos primeiros meses de 2011, poucas escolas fizeram a solicitação. A procura foi maior no período da Campanha da Fraternidade 2011. As diretrizes são dadas pelos profissionais do Demsur de forma voluntária.

A iniciativa foi criada depois que foi constatado que muitas pessoas em Muriaé não têm o hábito de jogar o lixo nas lixeiras. As crianças foram escolhidas por se tratar de um público em fase de construção dos hábitos. Para concretizá-lo, o Demsur buscou parceria com a Secretaria Municipal de Educação e apresentou o projeto em uma reunião feita em dezembro de 2010 com os diretores das escolas.

O projeto faz sugestões de atividades relacionadas ao tema, interligando com as disciplinas de Educação Física, Língua Portuguesa, Matemática, História, Geografia, Ciências e Meio Ambiente. Além disso, propõe sites, filmes e livros que podem engrandecer a discussão em sala de aula.

É necessário que a escola manifeste vontade e faça o pedido para que o projeto seja desenvolvido dentro da instituição de ensino. “Deixamos claro que não é o Demsur que vai fazer o trabalho, nós vamos lá para traçar as diretrizes que os educadores podem utilizar”, explicou a assessora de Planejamento, Renata Soares. “É um tema que precisa ser uma disciplina. Fiquei um pouco decepcionada com a procura”, completou.

No mês de maio, poucas palestras foram realizadas. Além de poucas escolas municipais, os profissionais ministraram palestras em uma escola estadual, outra particular e também em uma instituição religiosa. A próxima a receber os ensinamentos será a escola do CAIC, no dia 6 de junho. “Vemos que a população nos cobra sobre campanhas educativas e quando ofertamos, não temos a procura”, ressaltou Renata Soares.

Fotos: Arquivo do Demsur

 

 

 

 

 

 

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