Há tempos, comentei a riqueza de nossa Língua Portuguesa, com uma palavra tendo vários significados e confundindo a cabeça da gente...
É que, para comprar um cofre, entrei numa loja e perguntei à atendente se ali vendia cofrinhos.
Diante da resposta positiva, fiz a pergunta:
- Posso ver o seu cofrinho?
A garota e as pessoas que ouviram a pergunta começaram a rir e, só assim descobri que havia cometido uma gafe!
É que ‘cofrinho’, tanto pode ser aquele objeto para guardar moedas, quanto àquela parte do corpo humano, que fica entre as nádegas e a aparece quando alguém se abaixa, ficando à mostra...
Semelhante desconforto foi vivido por uma senhora, numa pequena cidade do interior, quando numa conversa com outra mulher, ela dizia que a filha mais nova estava tendo muitos enjôos e isto a preocupava muito.
Ao ouvir aquilo, a mulher perguntou:
- Será que não foi comida?
Diante da pergunta, a senhora, mãe da garota, desabou a chorar e, entre lágrimas respondeu:
- Foi sim! Mas o sem vergonha que fez isso vai ter que casar com ela, se não quiser ir parar no cemitério!
Coisas de nossa linguagem, tão rica quanto perigosa, diante dos múltiplos significados que uma palavra pode ter...


