Por acaso, encontrei em meus arquivos aquela história do "Ajudante de Coveiro" que, ao colocar no pescoço um cordão de ouro achado no cemitério, atraiu sobre si uma terrível maldição.
Recordo que, para se livrar do mal, ele teve que tirar o cordão do pescoço mas que, ao dar o mesmo ao primeiro que encontrou, transferiu também a maldição!
O jovem que recebeu o presente começou a sentir algo estranho, assim que colocou o cordão no pescoço.
Consta que o mal-estar só desapareceu quando Pe. Maximino apareceu, saindo da capelinha do hospital.
Um médico, consultado, não soube explicar a razão do mal-estar nem porque o mesmo desapareceu, só com a proximidade de Pe. Maximino.
Realmente, aquilo era mistério insondável!
O rapaz procurou, então, o Ajudante de Coveiro e quando soube da origem do cordão, desconfiou da maldição e, indo ao hospital, foi ter com o Pe. Maximino, para pedir conselho.
Quando se inteirou do caso, Pe. Maximino disse-lhe que precisava fazer uma oração, benzendo o cordão.
Uma poderosa benção do Santo homem de Deus acabou com a maldição, pois o cordão estava enfeitiçado.
Enfeitiçado ou não, a verdade é que, nunca mais o objeto fez mal a quem o estivesse usando.
Muitos não acreditam neste fenômeno, mas as evidencias estão aí, provando que ele existe!
Mesmo os não católicos reconhecem o poder miraculoso das preces feitas pelo Pe. Maximino, na região.
Ele foi um dos homens mais santos que por aqui passaram e é inegável o poder da sua Fé!
Quantas pessoas foram por ele curadas, mesmo depois que ele partiu, para junto do Senhor.
Uma benção dele, sem dúvida, tirou a maldição daquele cordão e libertou o espírito que estava preso ali!
Era assim o Pe. Maximino, em vida e continuou sendo depois que partiu.
Infelizmente muitos não acreditam nisso e até zombam da nossa Fé!
Realmente, alguns mortos estão mais vivos que os vivos que agem na terra, para o Bem e para o Mal.
A sabedoria nos ensina a respeitar as forças que, mesmo invisíveis, presidem nosso destino, especialmente neste período do ano, cheio de mistérios e coisas insondáveis.


