Por Nilson Fonseca
• Solução simples para um problema grave – Apesar de tardia, a criação de pontos fixos para a venda de bilhetes de estacionamento rotativo vem sanar o problema da ausência do vendedor no momento em que se estaciona e da notificação de multa quando se retorna ao veículo. São dez pontos fixos na área central de Muriaé.
• Fiscalização já! – O considerável aumento do número de acidentes ocorridos na área urbana da cidade envolvendo automóveis, ônibus, caminhões e motocicletas (com gravidade e fatalidade), mostra a necessidade urgente de se aumentar o efetivo de fiscalização do trânsito local. Se a Polícia Militar não tem pessoal suficiente, já é hora de se pensar na criação de uma guarda municipal para suprir essa carência. Afinal, a regularização e fiscalização do trânsito urbano é atribuição da prefeitura que, diga-se de passagem, arrecada milhões com o IPVA.
• Aliás... – Até o final de março desse ano, Muriaé tinha 34.542 veículos emplacados, cuja arrecadação com o IPVA, até 31 de março, somava R$ 8.978.149,08 segundo a Receita Estadual. Se somarmos os veículos de outras cidades que circulam por aqui vendendo e entregando mercadorias, transportando pacientes, estudantes e turistas, além dos “carrões capixabas” pertencentes a alguns muriaeenses espertalhões que ostentam placas de Guarapari, Vitória, Vila Velha e etc., podemos estimar nossa frota circulante em algo em torno de uns 40 mil veículos/dia. O assunto é sério e, portanto, merece atenção das autoridades.
• Protegendo o patrimônio público – Piada que corre solta pelas ruas de Muriaé: “quando passar pelos novos quebra-molas instalados na cidade, tome muito cuidado... com o quebra-mola, não com seu veículo. É que (dizem) eles custaram R$ 32.000,00 cada. A foto acima é de um igualzinho na cidade de Itaúna (MG). Só que este custou um pouco mais baratinho.
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