• A volta dos pardais – Na última terça-feira (18), a PolÃcia Rodoviária Estadual estava a postos na rodovia que liga Manhumirim-MG à BR 262 (Reduto-MG) utilizando o famigerado radar eletrônico móvel, o pardal. Sem dúvida que a alta velocidade é, disparado, o maior fator causador de acidentes nas estradas, mas me incomoda o fato dos caras ficarem escondidinhos, na espreita, fabricando multas sem a gente tomar conhecimento.
• Busca e apreensão – Também na terça, quando passava por Itaperuna-RJ, topei com dois caminhões-prancha lotados de motocicletas com placas de Macaé-RJ, Campos dos Goitacazes-RJ, Miracema-RJ e outras. Perguntei ao motorista de um deles do que se tratava e ele confirmou: busca e apreensão. E ainda acrescentou: são mais de dez caminhões lotados por mês somente nessa região. Acho que a crise ainda não foi embora.
• Cinema na estrada – A Volvo do Brasil, com o apoio da Lei Federal de Incentivo à Cultura, lançou o projeto Arte e Cultura nas Estradas – Cinema Nacional para Caminhoneiros, no inÃcio deste mês (4/8) na cidade de Feira de Santana, na Bahia. O projeto consiste na exibição do filme "O Sal da Terra", uma produção nacional que conta a história do Padre Miguel, um religioso que percorre as estradas num caminhão-capela revelando o universo das estradas diante da fé. A primeira exibição aconteceu no Posto São Gonçalo, na BR 324, em Feira de Santana-BA.
• Conscientização – A parte mais interessante deste projeto (o que me motivou citá-lo aqui) é que, após a mostra do filme, os caminhoneiros assistem a filmes sobre a segurança no trânsito e exploração sexual de crianças e adolescentes. Dá-lhe Volvo!
• Trevo da ponte da Barra tem solução – Não agüento mais passar por ali. O congestionamento é certo em qualquer hora do dia. Se o DNIT (ou quem for o responsável) fizer uma sinalização horizontal (no chão) organizando o tráfego de quem vai subir para os bairros São José e Aeroporto separando-os de quem vai contornar ou entrar na Barra e, ainda, diminuir o tamanho daqueles canteiros para possibilitar a passagem de dois veÃculos por vez com segurança, a coisa melhora um pouco. Não chega a ser uma solução definitiva como um viaduto no lugar da passarela que ninguém usa, mas que melhora, melhora. Se precisar, eu desenho.
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