A Notícia

Quarta
08 de fevereiro de 2012

A hora do eleitor

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Começaram a esquentar de vez os ânimos eleitorais no país. Para os  exaltados políticos, a eleição é considerada uma festa da Democracia.

Para o cidadão comum, como eu, no entanto, não chegaria a tamanha exaltação a ponto de considerá-la uma festa, mas é inegável que, além de ser mais uma oportunidade que o povo terá para exercer a sua cidadania, o fato de possibilitar uma renovação da representatividade política sempre proporciona alguma esperança, e, por via de consequência, acaba aguçando a curiosidade e o espírito cívico da população.

É público e notório que a representação política, nos últimos anos, deixou muito a desejar por conta das falcatruas engendradas, da corrupção e dos favorecimentos aos apaniguados ou comparsas de políticos corruptos de ficha suja, sempre presentes ou infiltrados nas diversas áreas da administração pública do país.

Porém, isso não nos confere o direito da omissão, num momento em que o nosso país clama pela participação efetiva da sociedade com vistas a uma mudança radical dessa cultura nefasta, e principalmente, na hora em que estamos nos  um país emergente, e vislumbrando a possibilidade de um maior desenvolvimento econômico e social do nosso povo.

Com base nestas perspectivas é que se espera, dos candidatos, que tenham programas compatíveis, capazes de atender às necessidades básicas da população e que sejam mais comprometidos com a moralidade, com a honradez e probidade; do Judiciário, que possa mostrar a sua eficiência coibindo os abusos daqueles que se acham acima da lei; e dos eleitores, estes sim, que saibam escolher bem seus candidatos, pois a hora é essa.