Um dos problemas mais crônicos que assolam a sociedade brasileira é a questão da segurança pública. Entra governo, sai governo e a incômoda situação persiste, tal qual uma doença incurável enraizada bem no âmago da sociedade, e precisa entrar, urgentemente, na agenda prioritária de medidas do próximo governo a ser eleito em outubro deste ano.
Enquanto os Estados e a União discutem a questão da responsabilidade, ou seja, a quem cabe promover a segurança do cidadão, a violência vai imperando e tornando a sociedade refém de um sistema que esbarra nos erros, nas omissões, na falta de zelo e na falta de vontade política para que possamos estirpar de vez esse verdadeiro câncer do meio da população.
Várias são as causas que contribuem para o crescimento da violência. Essas causas, diariamente são debatidas e cobradas das autoridades competentes pelos órgão de comunicação, e o seu efeito mais nefasto é a insegurança do povo que se vê tolhido no seu direito de ir e vir, com liberdade.
Dentre as causas principais que contribuem para o aumento da violência e da insegurança, temos por exemplo: a) - falta de investimentos específicos na área de educação, fazendo com que jovens e adolescentes tenham seus tempos permanentemente ocupados com escolas de tempo integral; b) - a falta de um melhor aparelhamento da polícia judiciária, de forma que possa coibir a violência e, ao mesmo tempo, promover inquéritos mais eficazes para dar celeridade aos julgamentos pela Justiça; c) – por fim, a falta de uma política carcerária, não só, no sentido de construir novos presídios, mas também de promover a ressocialização de apenados, antes de serem devolvidos à sociedade.
Existem ainda muitas outras causas que acabam por contribuir com efeitos que desaguam na violência e na insegurança, sendo imperativo que os próximos governos tenham programas específicos de segurança pública, para dar mais tranquilidade a população.


